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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Teste virtual – Mercedes SLK 200 Kompressor


Mercedes SLK 200 Kompressor – “Roadster light”

Como bom motorhead que sou, a paixão por grandes mecânicas, carros raçudos e com comportamentos viciantes e viciosos, é algo que sempre fez parte de mim e da minha maneira de encarar os automóveis. Sempre tive carros que de uma forma ou de outra representam esta maneira de estar na vida, mas com o passar do tempo, assumo que tenho vindo a ficar mais brando, mas mesmo assim bem mais “acelerado” que 99% dos condutores nacionais.
Ora os roadsters, fazem parte do imaginário de quase toda a gente, carros pequenos, bem motorizados, e sendo que uma grande faixa deste segmento, tem uma apetência pelo desporto evidente, para além da condição que proporcionam de poder rolar sem tejadilho, ao sabor dos elementos.
Assumo sem preconceitos, que tenho uma predilecção por Roadsters, e alguns dos meus carros preferidos de sempre são deste segmento: Mazda MX5, Honda S2000, Jaguar E-type, Mercedes SL e os Ferrari F355 e F430 Spider.
Uma coisa tenho de confessar o SLK sempre fez parte de uma pequena franja que sempre me foi indiferente, nos meus contactos sempre teve aquela imagem de carro de passeio, muito macio e mole, sem ponta de desportividade, sendo visto em alguns quadrantes como carro de cabeleireira, mas depois de passar uma curta semana com ele, muita coisa mudou…

Estética


O meu primeiro contacto com o SLK, foi em 94’. Era um SLK-study (na velha FIL), simplesmente fiquei apaixonado pela estética do carro. É um daqueles protótipos que a Merc tira da cartola de tempos a tempos, com pormenores lindos, e que nos levam logo a meter a mão no bolso à procura de dinheiro para o comprar! Na realidade, o modelo que saiu, o primeiro, não se comparava com o Study, mas mesmo assim era dos mais bonitos e diferentes da altura, pelo menos no seio Mercedes, era o mais irreverente e high-tech, ao nível estético, e em termos de interiores era um sonho.
O novo SLK, não se assume como tão diferente como o primeiro, aliás julgo que (e bem) a Mercedes foi buscar muitos dos elementos tanto do SLR como do SL para compor este roadster, e resultam bem, porque tanto o SLR como o SL são daqueles carros que não deixam dúvidas em relação ao apelo que causam em toda a gente, por isso andar num “baby-SL-SLR” nunca seria nada de mau!
O SLK conta com umas alterações, um mini-facelift, o “nariz-SLR” tornou-se mais proeminente, o spoiler frontal assume um formato em V, e os farolins traseiros são fumados tal como no SLK AMG. No cômputo geral, o SLK continua com presença e charme. Baixo, largo e com o seu capot comprido, o SLK pai de todos os CC, mantém uma elegância que nem todos parecem conseguir nos seus CC, alguns parecem ter uma capota/traseira enxertada, mas o SLK já nasceu assim, e digo-vos o funcionamento do CC é algo que ainda faz parar meia dúzia de pessoas para ver o show de striptease do baby-Merc.
A reter, a dupla saída de escape rectangular e a traseira com um ar mais imponente.

Interiores

Ao contrário do primeiro, o novo SLK assume a sobriedade como pedra de toque. Onde o primeiro tinha fundos de manómetros brancos, revestimentos vermelhos, azuis, imitação de fibra de carbono, o novo simplificou tudo. O preto tomou conta dos interiores e principalmente do tablier, sempre tem um ar mais másculo.
Ao sentar-me no posto do condutor, deixo cair o meu 1.82mts de altura para dentro do carro, e parecia estar a cair para dentro de um poço, o SLK tem uma posição de condução bem baixinha. Sem exagerar, na minha configuração da posição de condução, devo estar a dois palmos do alcatrão! Os bancos são excelentes, têm um ar de baquet refinada, mantêm-nos bem aconchegados e fixos, e o espaço entre o túnel de transmissão e porta, ajuda-nos a sentir que estamos num roadster, porque vamos como que enterrados dentro do carro, como que fazendo parte dele, não restem dúvidas é uma posição próxima da perfeição.
Todos os revestimentos são bons ao toque, em termos de aspecto visual vejo algumas semelhanças com o Classe-C, a ergonomia é boa, mas num roadster isto tudo é secundário, ou pelo menos deveria ser, mas a Mercedes como já darei a minha opinião sempre teve uma maneira diferente de ver este fenómeno.
A mala tem box para bagagens, na posição Coupé, é suficiente para um fim-de-semana a dois, em baixo ou seja na posição Cabrio, cabem as comprinhas da semana e o saco do ginásio.
Em termos de interiores, não são muito vistosos como na primeira série, mas têm mais qualidade.
Na configuração Coupé, os ruídos não existem, e mesmo o ruído de motor não é muito audível, é como se fôssemos dentro de uma embalagem Tupperware com fecho hermético, mas quando tiramos a tampa…

Condução


Bolas! Não é que o SLK é divertido de conduzir!
É engraçado como os meus preconceitos, em relação a este carro foram sendo abatidos um a um. Tudo bem, ainda há uma ou outra coisa que adormece o prazer puro e duro, mas todas elas são passíveis de alteração no catálogo de extras. Uma das coisas foi a direcção, é precisa, mas algo filtrada e lenta, mas para isso há a direcção directa que a Mercedes disponibiliza como extra. De resto a experiência de explorar o pequeno roadster, é de nos deixar de sorriso rasgado. O carro é muito composto, e dá uma sensação de solidez e de ser à prova de idiotas, é como estar no trapézio, mas sempre com várias redes por baixo de nós, aliás nos Mercedes a segurança é algo que é levado muito a sério, por exemplo o ESP nunca se desliga completamente. Num roadster de 1.8L com compressor, cerca de 180cv, e tracção traseira, são sempre possíveis uns números de malabarismo com a traseira, mas nunca com ângulos complicados.


O Slk leva-nos a adoptar aquela toada de rapidez e eficácia, sendo que só haverão surpresas por culpa nossa, ele é sempre um menino composto e bem comportado, mas acredito que com uns pneus de perfil mais baixo e uma suspensão desportiva, e juntando a direcção directa, se torne noutro animal.
O 1.8 compressor, não impressiona em demasia, é dócil e fácil de levar. Até ás 3000rpm não acontece muita coisa, mas daí em diante o efeito Kompressor faz-se notar, quer pelo ruído como pelo aumento na aceleração, porque o 200, entrega uns números engraçados, mas de certa forma a competência como carro, adormece parte da experiência, ás vezes ser bem construído tem destas coisas.
Uma nota especial pelo uivo produzido por ele, em modo topless é só por si um ponto a favor nesta busca do prazer a céu aberto. A juntar a isto, a sensação de estar a conduzir um desportivo é omnipresente, a velocidade que ele gera, bem como a forma segura e decidida como muda de direcção… Enfim um passo de gigante em comparação com o primeiro.

Veredicto



Pois é, já entreguei os pontos, para mim o SLK deu um passo em relação aos roadsters desportivos do segmento, mas não se aproximou demasiado destes. Os clientes Mercedes não são tão aguerridos, como os restantes compradores do segmento. De certa forma o ponto de vista correcto, será vê-lo como um “baby-SL”, alguma desportividade, mas acima de tudo ele é amigo do dono, e não se coíbe de andar no dia-a-dia sem dar cabo das costas de ninguém. Está mais duro, e é um “entertainer” mais capaz, mas não é um malabarista.
É um roadster maduro, um facilitador de emoções que dificilmente morderá o dono, a não ser que este o queira, e mesmo assim…

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Teste Virtual – Mercedes C250 CDI Blueefficiency Prime Edition




Mercedes C250 CDI Blueefficiency Prime Edition “O monstro da eficiência”

O Mercedes C250 CDI tem todos os olhares do mercado sobre si. E as características técnicas do modelo podem levar a inúmeras classificações. Eu até nem sou daqueles obcecados por fichas técnicas, mas neste caso vale a pena ser um pouco. Motor 2.1 litros diesel, 2 turbos sequenciais e sistema common rail de última geração com injectores piezo-eléctricos. Isto tudo traduzido em miúdos quer dizer que temos todos os ingredientes para ter uma bomba atómica debaixo do capot, e os números produzidos acabam por confirmar os nossos “receios”, 204cv de potência ás 4200rpm e 500Nm de binário máximo entre as 1500/1800rpm, este último valor então é suficiente para fazer um carro subir paredes!
Este motor apenas tem um rival na classe dos 2L o “23d” da BMW, que se equivale em todos os números excepto no binário em que o Mercedes tem um valor imbatível.
Mas e se eu disser que este motor não é o que parece!?
Pois, o nome Blueefficiency na Mercedes serve para designar isso mesmo, versões de consumo e emissões reduzidas…
Mas será que um 2L biturbo, com mais de 200cv serve para este fim!?
Enfim são muitas perguntas, mas vou-me esforçar por responder a todas, porque realmente é um conceito diferente, 2 turbos, potência e binário referenciais e uma preocupação ambiental, parecem conceitos contraditórios, mas no final fazemos as contas…


Estética

Para mim o classe C actual, é em termos estéticos o melhor esforço de sempre da Mercedes neste modelo, mas de longe. Se a versão “Elegance” segue as duas gerações da C-Klasse de perto, a versão “Avantgarde”, (a que mais me encanta) tem um ar mais de acordo com o que procuro num automóvel. A imponente grelha com a mítica estrela de três pontas embutida, fazem toda a diferença dando um ar mais desportivo e ameaçador ao C, e apenas este pormenor faz logo parecer que a versão que tem a estrela na grelha é a versão do DTM do mais clássico.

De facto o W204, tem o maior protagonismo estético na frente, faróis de grandes dimensões, frente larga e imponente, sendo que ao ver esta frente a aproximar-se do nosso espelho a alta velocidade, o C parece dizer “sai da frente!” enquanto o “Elegance” diria algo do género “importa-se de me deixar ultrapassar, se for possível!?”. E isto é a diferença que uma simples estrela faz, quer em temos de tamanho e localização! Mas continuando a análise, o dinamismo deste carro em termos estéticos é superior ao de qualquer um dos predecessores, sente-se uma intenção de agradar aos clientes que querem algo mais desportivo não tão clássico, e a visão a ¾ de traseira indica isto mesmo, parece haver um movimento da traseira em direcção à frente, sendo que esta última parece estar num plano mais baixo e a nervura lateral amplia esta sensação. A traseira não é feia, mas assume um ar mais sério no pacote de design.
Resumindo é um passo em frente para a Classe C, pessoalmente adoro a presença deste carro, a veia desportiva e de certa forma clássica, rústica e techno ou seja o C começa a entrar no território dos adversários.



Interiores

Em termos de interiores este Mercedes é um carro simples de assimilar. Sendo que depois de o conduzir pela primeira vez, por cerca de 20 minutos, ao abandonar o lugar de condutor, já sabia de cor todos os botões e onde se encontram geograficamente, não é um carro complicado, e o sistema de comando, retira muitos botões que deixam de fazer falta na consola, e podemos aceder a menus e submenus de forma simples e intuitiva. Também o volante tem comandos para aceder a várias opções de configuração do C, em termos de CB e várias funcionalidades passíveis de configurar em termos de conforto, áudio, comunicação, etc.

A qualidade e refinamento encontram-se em todos os recantos deste carro, em todos os pormenores, à partida fiquei algo desiludido pelo ambiente ser algo sombrio e frio, mas depois de começar a tocar os materiais e em andamento admirar como é tão perfeito este carro, os primeiros sorrisos começam a surgir, para não mais parar. Não há nenhum pormenor que não nos agrade em termos de concepção. Os bancos são duramente perfeitos, com regulações eléctricas amplas, o volante está perfeitamente alinhado com o banco, sendo que a posição perfeita de condução é fácil de conseguir.
O espaço é mais que suficiente para 4 adultos, o banco traseiro é bastante confortável e o isolamento de ruídos do exterior é perfeito, enfim, só aquele bater de porta diz tudo, repeti-o vezes sem conta confesso!
O motor faz-se ouvir e sentir pelas vibrações que emite e transmite, mas nunca chegam a ser incomodativas, mas o ruído apenas se faz sentir em regimes mais altos, em andamento citadino.

Em termos de equipamento, o Prime Edition traz muitos brinquedos, não iremos sentir falta de nada, e se quisermos extras virtualmente não há limites ao que pode ser incluído neste carro quer dizer o único limite será o da nossa carteira.
Ao nível de cores este Prime Edition pode ser escolhido, em Preto, dois tons de cinza e existe ainda a possibilidade da cor branca, qualquer uma das cores assenta que nem uma luva no C, e as jantes de 18’’ que equipavam a nossa unidade, em formato de estrela com raios duplos são realmente belas…
Conforto, requinte e perfeição é tudo o que guardo da convivência com os interiores do C.


Condução

Este é um capítulo ambíguo e sinceramente difícil de escrever. Isto porque realmente, aquela possível confusão a que podem levar os números é real. O C250 CDI tem uma dupla personalidade bem vincada, tanto é capaz de se bater com os melhores da classe ao nível dos consumos/emissões, como também o faz com os melhores ao nível da performance. Os 7 segundos dos 0-100 e os 250Kmh de velocidade máxima fazem-no bater-se com modelos da classe 2.5 a 2.7L e em termos de consumos os valores entre os 5/6L 100Kms fazem-no ser capaz de igualar alguns modelos da classe 1.6L. E o mais interessante é que facilmente comprovamos estes números todos.
O C250 pelo binário que apresenta, leva-nos a ter de quase reaprender a conduzir, porque se muitos carros diesel obrigam a ter de rodar num regime próximo das 2000rpm, este CDI aconselha-nos um regime próximo das 1500rpm, damos por nós várias vezes a rodar em cidade em 3ª/4ª velocidade sem qualquer problema, isto seguindo as indicações do próprio carro. Depois de arrancarmos de um semáforo, passado 2 metros ele já recomenda a 2ª velocidade e assim sucessivamente até 4ª/5ª isto sempre próximo das 1500rpm, onde surgem os 500Nm e se fizermos o exercício de largar o acelerador neste regime, o C250 continua a circular como se nada fosse, realmente o binário colossal serve para alguma coisa.

Nunca temos de pisar a fundo ou “meter uma abaixo” para ter resposta, e o motor acaba por ser tão linear que engana e muito, mas na verdade a dupla sobrealimentação tem esta virtude, como temos dois turbos a cobrir virtualmente toda a faixa de utilização, não há nenhum “kick”, apenas uma força que se sente a empurrar-nos desde as 1500 até ao regime de corte, muitos podem confundir isto com alguma lentidão, mas basta olhar para o velocímetro e as dúvidas acabam-se, mas diga-se de passagem que as relações de caixa seleccionadas não são as mais adequadas para os “sprinters”, mas sim para os corredores de fundo, sendo longas ajudam a manter o motor naquela faixa 1500/2000rpm onde se fazem os consumos que nos fazem ficar de queixo caído.
E o vício da questão surge aqui, usar os 204cv, ou usar o binário no seu regime mais favorável e adoptar a condução amiga do ambiente?
É melhor usar as duas!
O Classe C nesta configuração dá a primazia ao conforto, não tem aquele nervosismo latente que alguns concorrentes transmitem, que se podem tornar cansativos para alguns, aqui não há esse vício, é um carro confortável e sereno. O Prime Edition equipado com jantes de 18’’ transmite confiança, tem um bom nível de aderência que nos permite fazer as curvas a alta velocidade com confiança e relaxamento total, há algum rolamento de carroçaria, mas é este mesmo rolamento que nos diz que quando chegarmos aos pisos mais degradados, não iremos sofrer muito.
E surge a velha questão da tracção traseira, bem, aqui temos um tracção traseira que prefere a eficácia e a segurança, o ESP não dá grande margem para brincadeiras, mas se realmente quisermos meter o C250 a fazer figuras artísticas, é possível, mas só por breves instantes, o sempre vigilante ESP acaba por colocar tudo nos eixos de novo, mas sair depressa em curvas mais apertadas em 3ª velocidade sem respeitar os 204cv, resulta sempre em duas coisas: primeiro surge uma ligeira subviragem, para depois dar lugar à sobreviragem típica dos tracção traseira, mas sempre em doses reduzidas.

Veredicto

O monstro da eficiência, tal como é percepcionado pela Mercedes. Ainda custa a acreditar que um biturbo com este nível de potência e binário faz estes consumos a rondar os 5/6L, mas faz. Não é o dragster que se esperaria, mas sim aquele carro que usa o combustível como se de ouro se tratasse, não desperdiçando nada, tal como o título Blueefficiency faria adivinhar.
Um motor linear como poucos, mais parecendo um motor gasolina de alta cilindrada que um diesel biturbo, é realmente um motor impressionante quer pelo poder que apresenta, o desprezo pelas subidas e a forma como desafia todos os outros que lhe surgem pela frente, sendo que tem aquela qualidade de tornar as rectas mais curtas, e leva-nos a reavaliar as distâncias. E para tornar isto ainda mais complexo, novamente os consumos que mesmo abusando para lá do razoável nunca se aproximaram nem dos 9Litros.

O preço do Prime Edition ronda os 52000€, será que é caro?
Nem pensar, se formos procurar um carro no mesmo segmento com performance semelhante percebemos como este C é um bom negócio, e até ver sem rivais.
Com este “esforço” a Mercedes arrisca-se a fazer este seu modelo tomar parte na definição que consta no dicionário, bem à frente da palavra eficiência.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Novo Classe E premiado

Cerca de 100.000 leitores da revista automóvel alemã AUTO BILD elegeram o novo Classe E da Mercedes-Benz como o automóvel com o melhor design do mundo, bem como declararam o novo Classe E Coupé vencedor na categoria de melhor “Coupé e Cabriolet". Com esta votação, os leitores desta publicação destacaram os modelos Mercedes-Benz como referências em áreas como o design e o prestígio.

O gosto individual é um factor decisivo na votação anual do Prémio de Design organizado pela revista alemã AUTO BILD, publicação especializada no sector automóvel. Para este concurso, todos os modelos têm necessariamente de ser estreias no mercado, sendo posteriormente divididos em cinco categorias. No ranking global de prestígio, o novo Classe E foi o favorito entre os leitores da AUTO BILD.

Gorden Wagener, responsável pela Divisão de Design da Mercedes-Benz salientou: "O novo Classe E representa status, qualidade, avançada tecnologia e proporciona ainda uma excelente sensação de condução. Todos estes atributos reflectem-se no seu design, tornando o novo Classe E num modelo único”.

Entre as principais características desta Limousine encontram-se os vários sistemas de assistência à condução, como o sistema de reconhecimento de sonolência do condutor, o sistema adaptativo das luzes de máximos e o controlo de distância DISTRONIC PLUS, tornando o novo Classe E num modelo pioneiro em termos de segurança.

Este modelo é ainda caracterizado pelo seu conforto exemplar, pela elevada qualidade dos acabamentos no interior e a sua ergonomia. De referir, ainda, que após os primeiros meses de comercialização o novo Classe E já oferece o melhor valor residual na classe em que se insere.


Eleito pelos leitores da AUTO BILD como o modelo mais belo na categoria dos “Coupés e Cabriolets”, o novo Classe E Coupé mantém uma estreita relação com a Limousine. Mas, apesar da semelhança, o Classe E Coupé projecta a sua própria e distinta personalidade com o seu apelo emocional e carácter desportivo, atributos que confirmam que a grande tradição dos Coupés mantém-se viva na Mercedes-Benz.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Em lançamento -- Mercedes E63 AMG

No seguimento do lançamento do novo Classe E, a Mercedes-Benz eleva a performance deste modelo e apresenta o seu topo de gama - o novo E 63 AMG. Esta Limousine desportiva, concebida para a utilização no dia-a-dia, impressiona pela sua notável performance, comportamento e tecnologia. O novo E 63 AMG distingue-se dos modelos habituais do Classe E pela sua nova suspensão desportiva AMG RIDE CONTROL, com amortecimento de comando electrónico e um novo eixo dianteiro.

O motor V8 AMG, de 6,3 l de cilindrada, que equipa o novo E 63 AMG debita uns impressionantes 525 Cv de potência e disponibiliza um binário máximo de 630 Nm. Este novo modelo, que está equipado com a desportiva caixa de 7 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT, que combina quatro modos distintos de condução, bem como dispõe da função de abertura automática do acelerador RACE START e a suspensão desportiva AMG RIDE COINTROL, a qual permite uma experiência de condução extremamente emocionante e altamente dinâmica.A unidade propulsora que equipa o E 63 AMG acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,5 segundos e atinge uma velocidade máxima de 250 km/h (limitada electronicamente). O motor naturalmente aspirado, capaz de atingir elevadas rotações, e com uma cilindrada de 6.208 cm3, impressiona pela sua rápida capacidade de resposta e grande elasticidade.Redução de aproximadamente 12% no consumo de combustível.Apesar do aumento de 11 Cv da potência relativamente ao modelo anterior, a Mercedes-Benz reduziu significativamente o consumo de combustível do E 63 AMG: com 12,6 l/100 km de gasolina sem chumbo 98 (consumo misto NEDC), o consumo é cerca de 12% inferior ao modelo anterior, sendo o modelo mais económico entre as Limousines desportivas com mais de 500 Cv de potência.

O E 63 AMG está equipado de série com a desportiva caixa de 7 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT que apresenta quatro modos de condução: "C" (Controlled Efficiency), "S" (Sport), "S+" (Sport plus) e "M" (Manual), os quais podem serr seleccionados através de um interruptor electrónico rotativo integrado na AMG DRIVE UNIT. A desconexão parcial de cilindros individuais através da interrupção da ignição e da injecção durante as passagens de caixa sob carga máxima, proporciona tempos de engrenagem mais rápidos. No modo “M” a caixa de 7 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT efectua passagens de caixa em 100 milésimos de segundos.
No modo mais eficiente de condução “C” (Controlled Efficiency), a caixa engrena suavemente as velocidades e a unidade de controlo da caixa está programada de modo a efectuar desmultiplicações para manter as rotações do motor num baixo regime. Ao mesmo tempo a AMG SPEEDSHIFT MCT corresponde aos mais exigentes requisitos no que diz respeito a condução desportiva: rápidas e precisas reduções de velocidades. Destaque ainda para a função de abertura automática do acelerador e RACE START, a qual permite ao condutor do E 63 AMG obter o máximo potencial de aceleração de forma optimizada.


O novo sistema de amortecimento varia de acordo com a situação de condução, reduzindo o ângulo de rolamento da carroçaria. Daí resulta um ajuste instantâneo para proporcionar um conforto optimizado de condução em combinação com uma maior agilidade. Além disso, o condutor tem à escolha três modos de suspensão Comfort, Sport e Sport plus. O E 63 AMG está equipado com um eixo dianteiro desenvolvido de raiz, com uma via 56 mm mais larga, barra estabilizadora tubular, novos braços de comando, novos rolamentos das rodas, suspensão e geometria dos trens de rolamento modificados, oferecendo uma maior estabilidade/comportamento em curvas a alta velocidade.


O novo E 63 AMG encontra-se disponível para encomendas, sendo o seu valor de venda ao público de 150.000€.
É mais um concorrente ao título do "rei das Autobahn", e tem como opositores carros dos concorrentes internos, Audi com o rapidissímo RS6 e BMW com o M5 e das prestigadas Jaguar com o novíssimo XFR e a Maserati com o Quattroporte, é o reino dos superlativos, das mecânicas portentosas, performances de cortar a respiração, conjugadas com tudo o que há de bom e do melhor no mundo automóvel, como se costumam chamar, aqueles carros que tornam o mundo um local mais pequeno. Enfim mais um carro para nos fazer sonhar!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Em lançamento -- Mercedes GLK 220 CDI

Após o lançamento no mercado português de um dos mais recentes modelos da Mercedes-Benz - o novo Classe GLK – inicialmente disponível com três motorizações V6, duas a gasolina e uma a gasóleo, este SUV compacto apresenta agora uma nova motorização Diesel, o GLK 220 CDI.

Equipado com o novo motor diesel de 4 cilindros, esta variante GLK 220 CDI, de 170 Cv de potência e 400 Nm de binário, permanece uma geração à frente no que respeita a tecnologia Diesel, consumindo substancialmente menos combustível do que o motor antecessor, apenas 6,7 l/100 km (misto NEDC), correspondendo a 176 g/km de emissões de CO2. Este motor, uma versão que segue a filosofia BlueEFFICIENCY, consegue entregar um binário de 400NM constantes entre as 1400 e as 2800 rpm e a potência máxima surge ás 3800rpm, ou seja temos o melhor do 2.2Cdi durante a maior parte da faixa de utilização.

A nova unidade propulsora diesel da Mercedes-Benz integra a comprovada quarta geração da tecnologia de injecção directa Common-Rail, injectores Piezo eléctricos remodelados, melhorada circulação dos gases de escape e um inovador turbo-compressor duplo para uma rápida resposta e óptimas características de performance, sendo que para uma versão de acesso, a fasquia está num nível realmente elevado para a concorrência.

Todas as variantes de motores para o GLK (4 e 6 cilindros) estão equipadas, de série, com a caixa automática de sete velocidades 7G-TRONIC. Mas a excepcional performance e o baixo consumo de combustível não é fruto apenas da perfeita combinação entre os sofisticados motores com caixa 7G-TRONIC e trem de rodagem de fricção optimizada. Outros factores chave estão relacionados com o baixo peso geral e o excepcional coeficiente aerodinâmico para um veículo SUV (valor cd 0.35).



Inconfundível design

Constituído por linhas alongadas e superfícies largas, o GLK combina as características práticas de um veículo todo-o-terreno, como avanços curtos, uma secção dianteira vertical, pilares do tecto finos, pára-brisas pronunciadamente inclinado e tecto alongado. Grandes ângulos de ataque e de saída, além de uma boa distância ao solo, fazem com que a condução Off-road seja um verdadeiro prazer.
Em suma, a Mercedes consegue baixar significativamente o preço de acesso à gama GLK, mas não baixa de forma significativa o nível prestacional. Agora sim a concorrência: Volvo XC60, Audi Q5 e Bmw X3 têm um rival da Mercedes que colocou todos os trunfos na mesa e coloca a versão de acesso alinhada com os concorrentes, por 55000€ é um valor ajustado ao segmento a que concorre, e já se encontra disponível no seu concessionário Mercedes-Benz.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Novo Mercedes-Benz Classe E Coupé

Mercedes-Benz Classe E Coupé

A Mercedes-Benz inicia hoje, dia 7 de Maio, a comercialização do novo Classe E Coupé, modelo que integra a combinação de dois dos atributos mais característicos da Mercedes-Benz: fascínio e eficiência.
Nesta fase de lançamento, o novo Classe E Coupé estará disponível com duas motorizações a gasolina e uma a Diesel, que apresentam os seguintes preços:

Modelo Preço Público
Classe E Coupé 350 CDI BlueEFFICIENCY 70.200 €
Classe E Coupé 350 CGI BlueEFFICIENCY 71.000 €
Classe E Coupé 500 101.800 €

Em Setembro chegam a Portugal os dois novos motores de 4 cilindros, a Diesel e a gasolina com os seguintes preços:

Modelo Preço Público
Classe E Coupé 250 CDI Blue EFFICIENCY 54.200 €
Classe E Coupé 250 CGI Blue EFFICIENCY 48.000 €

Motores mais potentes e económicos

O motor diesel V6 Turbo, com injecção directa “Common-rail”, que equipa o E 350 CDI Blue EFFICIENCY Coupé continua a fazer parte da gama. Debita 231cv (antes: 224 cv) e consome 6,8l/100 km de combustível (misto) no ciclo NEDC. As emissões de dióxido de carbono mantêm-se nas 179 g/km.

A Mercedes-Benz substituiu o anterior motor V6 a gasolina pela primeira unidade de 6 cilindros no mundo com injecção directa a gasolina no novo E 350 CGI BlueEFFICIENCY Coupé. Este motor debita 292 cv – mais 20 cv – sendo o consumo 14% inferior ao do anterior motor V6, com apenas 8,5 l/100 km (misto NEDC) o que corresponde a 199 g/km de emissões de CO2.
No modelo topo de gama E 500 Coupé, o potente motor V8 com 388 cv e 530 Nm de binário oferece as características de performance de um automóvel desportivo e o consumo de combustível foi reduzido para 10,9 l/100 km (consumo misto NEDC), o equivalente a menos 0,5 litros relativamente ao modelo anterior. Todos os motores do novo Classe E Coupé cumprem as normas de emissão de gases de escape EU5.
A Mercedes enfrenta os líderes do segmento, Audi A5 e BMW Série 3 com uma proposta plena de elegância e atributos, o mercado dos coupés premium vai-se tornar muito mais interessante, com a chegada de mais uma estrela.