Smart Fortwo Cdi Passion – “A chave mestra”Nascido da ideia base da Swatch, e após uns primeiros tempos conturbados, o alvo do nosso teste, é já um produto maduro e prestes a atingir a adolescência em termos de mercado, o nosso carro é o Smart.
O Smart é um daqueles carros, que engana e muito aqueles que gostam de tirar conslusões baseadas na aparência. Durante o tempo que o ensaiei, muita gente torcia o nariz e sorria, questionava a versatilidade e utilidade do micro-carro da Mercedes, mas eu percebo-o perfeitamente, e o número de Smartistas que me iam cumprimentando à passagem do pequeno Cdi também, é como uma sociedade secreta, e o Smart é o “nosso” segredo bem guardado, é como que a nossa chave mestra para a cidade, mas as vantagens e surpresas não acabam aqui!
Estética
A estética do Fortwo é bem conhecida do público em geral, quase que arrisco a dizer que é daqueles carros que se reconhecem pela silhueta, numa noite escura de nevoeiro, a três quilómetros de distância. Para quem está habituado a grandes cidades, o Smart já é uma figura habitual. O seu aspecto monovolúmico, com o Tridion (célula de segurança para o habitáculo) a definir a forma, e os restantes painéis que podem ser facilmente substituídos. No limite o Smart poderá ser colorido de acordo com o nosso humor, ou mesmo o público feminino poderá trocar por exemplo as portas por umas de cor diferente para combinar com a roupa, etc.,…
Com o restyling que sofreu em meados de 2007, o Fortwo ficou a ganhar e muito, pelo menos o novo arranjo conseguido para a traseira parece-me muito mais harmonioso e bem conseguido, a frente não mudou assim tanto, mantendo aquele ar familiar da primeira geração, mas a reformulação, acrescentou um ar mais sólido e possante ao micro-Mercedes.
O Smart continua a ser o Smart, e algo me diz que este carrinho vai ser um clássico, à imagem das criações semelhantes que chegaram muito antes do tempo como o Bmw Isetta e os Messerchmitt KR, mas com a diferença que esta altura é a certa para aparecer o Smart.
InterioresO Passion que tivemos o prazer de testar, vinha bem equipado: vidros eléctricos, ar condicionado, auto rádio com CD, fecho central com comando, tecto panorâmico, pintura metalizada, ou seja muita coisa boa, para nos entreter no meio do trânsito. Para quem esperava um carro espartano, é uma boa surpresa.
Os interiores em si, são espaçosos e com uma boa superfície vidrada, os bancos são bons e têm um desenho que inclui o encosto de cabeça. A nossa unidade não exibia ruídos parasitas e a montagem dá a sensação de ser boa, e os materiais são o que se esperaria, não são perfeitos, mas não desiludem.
Uma das limitações do tamanho do Smart, é o porta bagagens, numa ida ás compras, coube um saco de ração de 15kgs e dois sacos de compras e é o limite, é o suficiente para aquelas comprinhas semanais. Uma nota positiva para a abertura bipartida da porta traseira, dando para abrir só o vidro para meter uma mochila ou um saco no porta bagagens, ou abrir a parte inferior da porta e podemos usar a mala do Smart em toda a sua dimensão!
Condução
Este ponto da avaliação divide-se em duas fases uma foi frustrante e outra bem agradável.
A parte frustrante, foi quando comecei por usar a caixa no modo semi-automático, a caixa do Smart sempre foi alvo de críticas pela lentidão nas passagens, pude confirmar isto na primeira pessoa, mas é lenta como tantas outras caixas que já testei, as caixas de última geração é que fazem a do Smart parecer um pouco mais lenta. Mas parte do problema de ter sido uma experiência frustrante é minha, simplesmente estava a fazer as passagens de caixa muito acima de onde as devia fazer, o que ainda baralhava mais a caixa de velocidades, a solução foi bastante simples… Pressionar o botão no comando da caixa e passar o Smart a automático… Em vez de fazer as passagens de caixa acima das 3000 rpm, o programa explica-me como eu estava a usar mal o motor e não vai além das 2500/3000rpm deixando-o rolar suavemente e nunca em esforço, isto melhora a experiência e tem mais um ponto positivo, o consumo. Durante o nosso teste fizemos cerca de 220Kms e para os fazer o Cdi gastou 7,75L de gasóleo. Muito carros gastam este mesmo valor para fazer 100Kms e o Smart é um especialista em gastar pouco combustível. Nem quero imaginar o que seria se ele tivesse algum sistema híbrido, que o fizesse locomover electricamente a baixa velocidade, sem dispêndio de gasóleo!
O comportamento do Smart restyling está muitos pontos acima do primeiro, é mais estável curva melhor e mais rápido, mas certas coisas não se conseguem melhorar, a sensibilidade a ventos laterais a velocidades acima dos 100Kmh, e uma nota positiva para a direcção e a resposta do Cdi, mais enérgica do que se esperaria.
Veredicto A chave mestra para a cidade, para se arrumar em qualquer canto, para gastar muito pouco combustível, e para serpentear entre o transito, eis o resumo do que é ser Smart, do que é ser inteligente para se enfrentar a selva urbana!
Para quem tem outra viatura para a família, este Smart Fortwo pode ser a resposta de quem tem impreterivelmente de entrar em Lisboa ou Porto e tem de se deslocar dentro destas mesmas cidades sem olhar a horários.
Este Forwo está para a cidade, como um Lotus Elise está para a pista, dois lugares, tracção traseira e motor atrás dos ocupantes, mas as semelhanças não vão muito além disto!
Foi um prazer conhecer este pequeno engenho, e cada vez faz mais sentido, quer seja pelo pouco que gasta, pelo pouco espaço que ocupa, e pelas parcas emissões…


O E 63 AMG está equipado de série com a desportiva caixa de 7 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT que apresenta quatro modos de condução: "C" (Controlled Efficiency), "S" (Sport), "S+" (Sport plus) e "M" (Manual), os quais podem serr seleccionados através de um interruptor electrónico rotativo integrado na AMG DRIVE UNIT. A desconexão parcial de cilindros individuais através da interrupção da ignição e da injecção durante as passagens de caixa sob carga máxima, proporciona tempos de engrenagem mais rápidos. No modo “M” a caixa de 7 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT efectua passagens de caixa em 100 milésimos de segundos.
O novo sistema de amortecimento varia de acordo com a situação de condução, reduzindo o ângulo de rolamento da carroçaria. Daí resulta um ajuste instantâneo para proporcionar um conforto optimizado de condução em combinação com uma maior agilidade. Além disso, o condutor tem à escolha três modos de suspensão Comfort, Sport e Sport plus. O E 63 AMG está equipado com um eixo dianteiro desenvolvido de raiz, com uma via 56 mm mais larga, barra estabilizadora tubular, novos braços de comando, novos rolamentos das rodas, suspensão e geometria dos trens de rolamento modificados, oferecendo uma maior estabilidade/comportamento em curvas a alta velocidade.
O novo E 63 AMG encontra-se disponível para encomendas, sendo o seu valor de venda ao público de 150.000€.
Dotado da excelência da engenharia alemã, de tecnologias inovadoras e de design esculpido em formas fluidas, o novo
Com um comprimento total de 4,42 metros, o novo
A gama de motores e caixas de velocidades do novo Astra está centrada no desempenho eficiente e é composta de oito motores certificados de acordo com a norma Euro 5. À excepção das unidades situadas na base da escala de potência, todas estão acopladas a caixas de seis velocidades. O novo Astra faz também a estreia de uma nova caixa automática com modo Active Select.A gama de motores turbodiesel CDTI integra quatro unidades com injecção directa múltipla common-rail, num leque de cilindradas que vai de 1,3 a 2,0 litros, com potências de 95 a 160 cavalos. Todos estão equipados com filtro de partículas. Naturalmente, fará parte da gama do novo Astra uma versão ecoFLEX com consumos reduzidos e emissões de CO2 especialmente baixas.As opções ao nível dos motores a gasolina incluem quatro unidades de 1,4 e 1,6 litros, num leque de potências que vai de 100 a 180 cavalos. O anterior motor 1.8 atmosférico é substituído pelo novo 1.4 Turbo com 140 cavalos de potência. Comparado com o anterior, graças a elevada tecnologia, este propulsor oferece um binário superior em 14 por cento e garante consumos em níveis baixos.
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