terça-feira, 7 de abril de 2009

Teste virtual -- Abarth 500

Abarth 500 “Escorpiãozinho”

Fomos conhecer, o modelo mais pequeno da gama da nova Abarth. Herdeiro de uma dinastia de sucesso, será que o Abarth 500 tem o que é necessário para fazer ressurgir o espírito Abarth!?



Estética

Este é um dos pontos onde a Abarth mais apostou, o 500 tem um aspecto delicioso e a facilidade com que atrai olhares, diz-nos que a marca italiana do Grupo FIAT acertou em cheio. Durante o tempo que tivemos o Abarth às nossas ordens, por mais que uma vez, ao chegar junto do carro tínhamos algumas pessoas paradas a admirá-lo, pois este tem um aspecto, agressivo e, ao mesmo tempo, fofinho. As jantes de 17’’, os autocolantes e o kit estético fazem-no parecer um brinquedo de corridas, em que tudo casa na perfeição. Todas as pessoas que tiveram contacto com ele não lhe conseguiram ficar indiferente, pois este apela a quase todos os sentidos.



Interiores

Ao abrirmos a porta e assim que assumimos a posição de condução, percebemos que a Abarth preocupou-se em tornar o condutor o centro de tudo, o volante com uma boa pega e a colocação perfeita do comando da caixa só melhoram esta sensação. Bem equipado e com uma grande variedade de itens de personalização, o piccolino pode-se assumir como um discreto pequeno desportivo, ou como um garrido escorpiãozinho, apenas depende do nosso gosto e vontade. A qualidade de materiais é boa para o segmento onde se insere, a montagem de bom nível e a ausência de ruídos parasitas confirmam que houve um salto de gigante neste capítulo nos carros italianos desta classe, desde o bater abafado das portas, bem como os pormenores em pele com os pespontos vermelhos, revelam a preocupação que houve não em fazer um desportivo puro e duro, mas um carro versátil, utilizável e com quatro verdadeiros lugares. Temos de fazer uma chamada de atenção para a qualidade dos assentos e da respectiva pele que equipava a nossa unidade, muito bom mesmo. O nível de equipamento é de muito bom nível.





Condução


Ao comprar o 500 Abarth estamos a comprar dois carros pelo preço de um, e tudo isto está explicado num pequeno botão negro no meio do tablier, o botão SPORT, que torna o querido e fofinho citadino italiano, num pequeno desportivo assanhado!
Desde já posso afiançar que comparar o Fiat 500 ao Abarth 500 é como comparar um pimento com uma malagueta, e penso que é suficiente para se perceber como é grande a diferença, embora no modo normal, seja um carro calmo e simples, que até nos diz como conduzir economicamente (indicando quando se deve trocar de mudança), com a direcção leve, o acelerador dócil e apenas a suspensão mais dura, o que torna o carro algo saltitão, denunciam que estamos num carro com pretensões desportivas, mas faz parte do feitio dele… Ao premirmos o botão SPORT, a direcção fica com o peso ideal e o acelerador assume uma postura de resposta mais imediata e sensível, sendo que a reacção ao pisar decidido do acelerador é infinitamente melhor!!!
A inserção em curva é decidida e com o TTC ligado podemos abusar.
Em termos de consumos, o nosso ensaio registou uma média de 7.5-8L/100, o que é excelente para os andamentos imprimidos.
Em termos de ajudas à condução o 500 vem com: ABS+EBD, ESP+ASR, MSR, HBA, TTC e Hill Holder.
O melhor ficou para o fim e temos assim de referir o som do escape como o melhor dentro deste bombom, é algo racing, encorpado nunca tinha ouvido um 1.4 com este tom de voz, faz-nos sentir envolvidos por uma atmosfera especial, a atmosfera Abarth




Veredicto

Para finalizar temos de mencionar o preço… 23.600€. Pode parecer muito se olharmos só para o tamanho do 500, mas esta não é uma compra puramente racional, tem muito de paixão no processo e pelo preço pedido muitos poucos carros transmitem tanto. E estamos a falar de uma marca, que só fará desportivos ostentando o brasão de uma equipa de ralis e podem esperar um leve travo a competição no comportamento deste pequenito avião.
Em suma, este não é um carro perfeito, pois deve ter alguns defeitos, que são mais consequência do seu feitio, mas é um regresso em grande da Abarth. A velha escola italiana dos pequenos desportivos, plenos de detalhes deliciosos e envolventes, que levam a condução a um nível mais espiritual, quase como um rito, pleno de sons, sensações e não apenas a deslocação de A – B, nem de segundos ou quilómetros hora. A vontade é de não parar de conduzir…

Teste virtual -- Alfa Romeo Mito 1.6JTDm

Alfa Romeo Mito 1.6 JTDm Distinctive “O Mito Alfa Romeo”

O Mito representa para a Alfa Romeo, a reentrada no segmento B Premium, onde muito provavelmente só tem um adversário, o Mini da Bmw. A Alfa não teve complexos em assumir que de facto o Mini seria o “alvo a abater”, mas no fundo o que a Alfa Romeo fez, foi mais que um anti-Mini, é um carro que tem todo os genes Alfa, e basta olhar para ele, para perceber que vem da casa de Arese, venha connosco descobrir este carrito apaixonante.

Estética

Confesso que desde as primeiras fotos, não me rendi à estética do Mito, e por vezes até me custava a aceitar que de facto era um Alfa Romeo, é daqueles carros misteriosos que em foto não funciona tão bem, mas ao vivo, é um deleite de apreciar todos os pormenores que o tornam num Alfa, e o distinguem do Grande Punto com o qual partilha a plataforma, aliás um ao lado do outro e facilmente se percebe a origem generalista do GPunto, e a diferença do seu primo Premium. Desde o Scudetto da Alfa, as grelhas e faróis semelhantes ao exclusivo 8c, até à minimalista traseira onde pontuam os dois farolins redondos o Mito é feito de suaves linhas arredondadas, quase assumindo o perfil de um Coupé compacto dada a pouca superfície vidrada. Uma nota positiva para os vidros da frente que são desprovidos de molduras, é um ponto extra para o pequeno de Milão.



Interiores

Os interiores do pequeno Mito, são uma agradável surpresa, a consola central, onde pontuam o rádio CD, e os comandos do AC automático apresentam bons materiais, bem como as portas e a zona superior do tablier, com um tecido a imitar a fibra de carbono, que resulta muito bem, em combinação com a cor branca que a nossa unidade ostentava, sendo que apenas nos merecem críticas os plásticos na parte superior das portas, e as zonas não forradas a tecido na parte superior do tablier. As saídas da ventilação continuam a ser ao velho estilo Alfa, circulares, com duas aletas para direccionar o fluxo. A posição de condução é excelente, o comando da caixa de seis velocidades encontra-se no sítio perfeito, e o volante perfeitamente centrado com o banco do condutor. No banco traseiro surge a grande diferença para o rival do Mito, o banco traseiro é espaçoso o suficiente para dois adultos se sentarem sem constrangimentos, sendo que a mala só peca por ter um acesso muito alto, mas tem 270 litros um valor normal para o segmento.



Condução

Não devo errar por muito, se disser que este Mito 1.6 JTDm, é o carro a diesel mais divertido de conduzir com um preço abaixo dos 25000€. Porque de facto tem uma dinâmica que não envergonha o passado da marca. Embora a suspensão também não consiga digerir muito bem zonas com pisos mais degradados, assim que a qualidade do piso melhora, e começam a surgir zonas sinuosas, chega a altura do Mito brilhar. Como equipamento de série todos os Mito têm o sistema DNA, que permite seleccionar três combinações de direcção, resposta do motor e os auxiliares de condução, a posição que interessa conhecer é a D, sendo que assim que a experimentar, só por esquecimento utilizará as outras opções, porque cada vez que se desliga o Mito, ele assume o modo N por defeito. Mas voltando ao modo D, funciona como modo desportivo, a direcção torna-se mais pesada e informativa, o acelerador mais sensível e o autoblocante electrónico que assume as rédeas dos cavalos, auxiliando a colocar estes no chão com mais eficácia. Nada nos prepara para a condução deste carrito simpático, porque esperamos um carro com aspecto perigoso, mas que na prática não seja nada de especial, nada mais errado, quer seja pela decisão com que o Mito entra nas curvas e mantém a estabilidade, incitando-nos a atrasar travagens, corrigir trajectórias, tudo com um envolvimento inesperado. Um ingrediente importante para este resultado é o motor 1.6JTDm, com ele os níveis de adrenalina sobem para picos que não esperaríamos atingir neste carro, a resposta assume um carácter explosivo, em qualquer relação, mas principalmente em 3ª/4ª e por volta das 2000rpm, somos positivamente colados ao banco, com uma descarga inesperada de potência, mas que fará as delícias dos mais afoitos, embora tal não signifique consumos desmedidos, a média geral do nosso ensaio, quedou-se pelos normais 6.8L/100.

Veredicto

Realmente, e baseando-me na minha experiência de uns largos kms ao volante deste Mito, ele assume um carácter urbano acima de tudo, pelas dimensões bem como pela forma como se desenvencilha do trânsito. Não é liquido que apenas se possa bater com o Mini, pode enfrentar, os novos Coupés de três portas que são a moda no segmento C, porque ao conceito Mini acrescenta a versatilidade do espaço extra que apresenta. Esta versão 1.6JTDm apresenta uma relação estilo/preço/performances/consumos de bom nível, e um espírito irreverente que já faz parte do Mito, é o novo “enfant térrible” do segmento B, que concerteza vai apaixonar muitos condutores.

Teste virtual -- Audi A3 1.8 T

Audi A3 Cabrio 1.8T – O A3 em bikini

Nesta edição fomos conhecer o Audi A3 Cabrio na sua versão base. Sendo uma versão mais divertida do sério e conservador A3, este carro quer-nos provar que o A3 também pode ser irreverente e divertido.
Estética

Mantendo a zona frontal do A3 normal, a versão cabriolet, marca a diferença, pela zona traseira, assumindo um “mini-terceiro volume” e obviamente a capota em lona, indo contra a moda actual dos tectos CC. O desenho é agradável, sólido e desportivo ao mesmo tempo, sem grandes surpresas em relação ao Hatchback, não que isto seja negativo, é sim a “maneira Audi”.

Interiores

Os interiores são idênticos à versão normal do A3, as alterações surgem ao nível do banco traseiro, com um banco para dois ocupantes, e os encostos de cabeça integrados nos arcos de protecção traseiros. Ao nível de materiais, a qualidade domina e ao nível da montagem surge o rigor como pedra de toque, sendo que a ergonomia é excelente e a facilidade de utilização de todos os comandos está num bom nível, quase que nem é necessário consultar o manual de utilização para operar todos os comandos de forma intuitiva! O banco traseiro transporta dois adultos sem grandes problemas e o acesso é correcto, como seria de esperar a mala não é enorme, e cumpre com o que seria de esperar neste tipo de carro. Nota positiva para os excelentes bancos e a pele que os revestia, melhorando o aspecto do interior.

Condução

O sentimento, relativo à condução deste pequeno cabrio pode ser encarado de duas formas. Se tentarmos adoptar a postura desportiva, o A3 desiludirá de alguma forma, a suspensão é suave demais, a direcção não tem o feeling correcto nem a precisão necessária, mas aqui o problema é nosso e não do carro, mas mesmo assim e no limite consegue ser bastante vivaço e engraçado. Se adoptarmos a postura de passeio, o carro é simplesmente perfeito, o motor é cheio, a caixa é precisa simples e suave de utilizar e tudo passa a fazer sentido, e é um prazer circular de capota aberta desfrutando de calmos passeios, sem que o motor se faça ouvir, e apenas sentimos o fluxo suave de potência e sempre são 160cv que temos ao nosso dispor, e quando é para andar depressa o A3 cabrio diz sempre “presente”!
A capota é tão simples de operar como um vidro eléctrico, e muito rápida, fruto de um sistema simples, e aqui a Audi optou bem pela capota em lona, porque é um sistema leve, permite manter o peso baixo do conjunto.

Veredicto

O A3 Cabrio segue o desafio do Bmw série 1 Cabrio, mantendo a capota de lona, sendo duas das poucas ofertas “puristas” neste capítulo. O A3 é bastante capaz mesmo como primeiro carro, confortável, bem equipado e com um preço convidativo para o que oferece, o pequeno Audi dá prazer de descobrir e não nos desilude em nenhum campo, sendo que marca pontos em todos os sectores… No computo geral é tudo o que se esperaria de um cabrio compacto feito pela Audi, qualidade, requinte e imagem em alta, tudo num embrulho muito bem conseguido.

Teste virtual -- Audi TT roadster 2.0 TFSI

Audi TT Roadster – “Vorsprung Durch Technic”

Que título estranho, não!? Simplesmente é o lema da Audi, e depois de uns dias ao volante da última geração do TT Roadster, faz todo o sentido. Traduzindo para português, será algo como: “Progresso através da tecnologia” e que belo progresso…

Estética

Tendo como ponto de partida um modelo que era praticamente uma cópia de um protótipo de salão, o TT nunca será um carro banal ao nível estilístico, é um daqueles carros que se decide rápido, ou se ama ou se odeia, eu alinho na primeira equipa. O TT na nova geração, assume-se como volumoso, largo e musculado, mas onde o primeiro era muito masculino e rude, este é polido, e algo feminino, se fosse uma mulher seria uma velocista dos 100 metros, mas bonita.

Interiores

O interior do Audi TT é feito de contrastes, à primeira vista poderia parecer algo acanhado e de certa forma claustrofóbico, devido à altura das portas e os bancos estarem muito embaixo, mas assim que nos sentamos a percepção muda e existe muito espaço para duas pessoas. Em termos de materiais e acabamentos é o nirvana, tudo é perfeito, reencontramos as saídas de ventilação do TT 1, os bancos são excelentes de olhar e usar, o volante tem a pega perfeita e existem alguns esconderijos, muito úteis num carro sem tecto. Uma palavra para a capota, de uma execução perfeita com forro “soft-touch”.

Condução

Este é um dos pontos onde os roadster têm de marcar muitos pontos, e neste caso o TT marca-os de forma inesperada. A nossa unidade vinha munida de um 2.0 turbo de injecção directa, sendo que a caixa de velocidades, é uma S-tronic com comandos no volante.
O TT deixa-se guiar com muita facilidade, no modo automático podemos gozar o passeio, deixando o carro gerir as passagens de caixa sem sobressaltos, naqueles momentos em que queremos pôr à prova este “roadster de alumínio” assumimos nós a gestão da caixa, e podemo-nos pôr na pele do Lewis Hamilton usando as patilhas para trocar de mudança, com uma rapidez que me convenceu desde o primeiro instante. O motor TFSI, tem uma voz grossa e rouca é como se tivéssemos o Louis Armstrong a cantar as notas do motor, é bastante agradável ouvir este 2.0 a gritar, e a resposta é nada mais que fulgurante, leva-nos de A a C sem passar pelo ponto B tal a “violência” culpa do binário omnipresente, mas tem a vantagem de quando é para andar devagar nunca o faz em esforço, e há sempre força disponível para tudo. De capota aberta e com todos os vidros, incluindo o corta vento para cima podemos andar a acima dos 100Kmh sem nos sentir-mos incomodados pelo vento, mas preparem-se para se tornarem o centro das atenções, porque se fechado o Roadster é bonito, em aberto é simplesmente lindo!

Veredicto

Como se percebe, rendi-me ao TT, pela forma como se deixa explorar, é a síntese do roadster moderno. Anda muito depressa sem pôr o condutor em apuros, e é tudo muito fácil e agradável, com muito rigor e ciência na mesma proporção em que aplica emoção e coração. Fazendo a analogia, há os roadster que são sapatos de salto alto, outros que são ténis, o TT será a mais evoluída das sapatilhas de corrida, feito em materiais avançados e com tecnologia avançada, para mim está no ponto!

Teste virtual -- Abarth Grande Punto SS

Abarth Grande Punto esseesse – “Especial de corrida”

O termo “especial de corrida” era a tradução de homologation special, e designava os carros que as marcas tinham de produzir, em números normalmente limitados, afim de cumprirem os regulamentos para poderem homologar a partir de um carro de estrada, uma versão de competição de topo. Entre estes surgiram imensos carros inigualáveis ao nível da forma como no conteúdo como: Lancia Delta Integrale, Clio Williams, Renault 5 Turbo II, Ford RS200,
Peugeot 205 T16, entre outros… O automóvel que vos apresentamos nesta edição, poderia muito bem ser o “especial de corrida” do Abarth Grande Punto S2000, que milita no IRC, mas não é, mas não deixa ter um travo muito forte a competição, se calhar forte demais para alguns…

Estética

Olhando para o Abarth Grande Punto, ainda por cima sendo a versão esseesse, que acrescenta à versão base: molas especiais, filtro de ar, turbo maior, kit de travões majorado, jantes de 18’’ e uma reprogramação de centralina mais agressiva, é difícil não perceber o que este carro pretende ser. Suspensão ultra-baixa, faixas Abarth, jantes 18’’, maxilas de travões vermelhas brembo, discos perfurados, os alargamentos de guarda-lamas bem como os pára-choques mais volumosos e agressivos, é um carro que não visa a beleza em primeiro lugar, embora seja portador de uma beleza desportiva acima de tudo, a agressividade latente, não será do agrado de todos, mas não deixará ninguém indiferente. No seu segmento, é o mais próximo em termos de aspecto, ao carro de ralis em que se inspira, para nós marca muitos pontos ao assumir esta posição.




Interiores

O espaço interior é amplo, embora projectado pela Abarth como um desportivo sério, o Grande Punto assume-se pela sua forma como um utilitário, e tem cotas de habitabilidade muito boas, há bastante espaço no banco traseiro, para transportar dois adultos de estatura considerável e a mala não desilude. Não vamos perder muito tempo a falar de plásticos ou de falhas de montagem, porque não é verdadeiramente o que mais interessa neste carro, embora os estofos em pele, e as verdadeiras baquets com que vem equipado o Abarth, sejam um grande auxiliar para a condução mais aguerrida, há alguns materiais de qualidade inferior, mas também há muitos que são um regalo para a vista, mas no fundo, não será este o motivo que nos levará a comprar este carro, o motivo vem já a seguir.

Condução

Sinceramente, por muitos adjectivos superlativos que conheça, a descrição que faço de seguida da experiência de condução, não fará jus ás emoções que o Abarth GPunto transmite. Desde o trabalhar com voz grossa, devido ao trabalho de escape, à posição de condução, mesmo antes de arrancarmos, já sabemos que vamos explorar algo de muito especial. Os pedais e todos os comandos têm o peso ideal, um aplauso tem de ser dado à direcção, tem um peso excelente, é informativa e dá uma sensação constante de nervosismo que é positivo e salutar neste carro. Ao sabermos das capacidades do Abarth, principalmente os 180cv num “utilitário” partimos à exploração dinâmica…
Desde os primeiros momentos, sentimo-nos muito seguros, e confortáveis ao volante deste puro-sangue italiano parece que estamos a vestir o carro, tal o nível de informação e a forma como vamos positivamente encaixados na baquet ajuda a sublimar esta sensação. O Abarth incita-nos a andar depressa, ao descrevermos as primeiras curvas, sentimos que estamos num carro dinamicamente superior, e digo sem complexos que será na actualidade e no segmento senão a referência, algo muito próximo de o ser, pois à medida que vamos tendo a noção da “arma” de que dispomos, os sorrisos vão aumentando de frequência, e a vontade de não parar de conduzir, é algo que toma conta de nós, é a febre da velocidade que nos chama . O motor do Grande Punto Abarth, é um 1.4 litros turbocomprimido de 155cv, sendo que na “nossa” versão, é esticado até aos 180cv, a tentação de esmagar o acelerador contra a chapa na primeira recta é forte, para aferirmos se a tradição turbo dos “antepassados” do Abarth se mantem, e as explosões progressivas de energia, são um regalo de sentir, as curvas são devoradas com facilidade, dando a sensação de quanto mais rápido andamos, mas aderência o Abarth gera a partir dos generosos pneus.



Veredicto

Temos carro!!! E que senhor carro… O apelo à condução é constante, as sensações embora que ajudadas pela electrónica, são puras, a comunhão homem-máquina-condução-cumplicidade está em alta, mais que um carro o Grande Punto Abarth esseesse é um companheiro de brincadeira, que faz tudo para fazer o seu dono feliz, e é rápido, muito rápido, mas não fica só contente por ser rápido, como faz questão de mostrá-lo quer seja pela sonoridade bem como pelo colar condutor e passageiros aos bancos como nos bons velhos tempos, é um bruto… Mas um bruto com bom coração… Bravo Abarth!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Cuidado com o Phishing!

Se lhe pedirem que insira os seus dados pessoais no Standvirtual, verifique que está a colocá-los numa página com ligação segura (https://www.standvirtual.com/).

Não se deixe enganar e alerte a equipa do Standvirtual sempre que ache que se trate de um ataque de phishing (webmaster@standvirtual.com).

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Troque de viatura!

Está a pensar trocar de viatura?

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Entre na
área de pesquisa e procure pela viatura que pretende através da marca. Se preferir uma pesquisa mais detalhada, pode optar pela pesquisa avançada.

Bons negócios!!!